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Carta às mães

Carta às mães

Paz e bem amada mamãe,

 

Como diria Peter Marshall, capelão do senado americano: “Mães são como as guardas das fontes. Ninguém exerce tanta influência sobre os filhos como as mães.”

 

Ainda que tentemos definir o que é ser mãe, não encontraríamos as palavras adequadas. Por melhores que sejam estas palavras não conseguiríamos abarcar tudo aquilo que ser mãe representa. Creio que ser mãe é uma dádiva divina.

 

Quando o homem mais sábio que já existiu referiu-se as mães ele conclui:

 

Seus filhos se levantam e a elogiam; seu marido também a elogia, dizendo: "Muitas mulheres são exemplares, mas você a todas supera".

Provérbios 31:28,29

 

Quando pensamos nos grandes líderes da Igreja percebemos a mão gentil e abençoadora da figura materna. Refiro-me a Mônica, mãe de Agostinho, um dos maiores líderes e doutores da Igreja. Por trinta anos ela orou insistentemente, com lágrimas, por seu filho Agostinho.

 

Ambrósio, pastor de Monica, ao vê-la diariamente chorando e clamando por seu filho, disse: “Um filho de tantas lágrimas jamais poderia se perder. Ele tinha razão. Agostinho entregou sua vida a Cristo. Tornou-se o maior expoente da igreja, e mesmo tendo vivido há mais de mil e quinhentos anos atrás, sua influência reverbera até aos nossos dias.

 

Mulheres piedosas são mães que influenciaram e influenciam a história da humanidade, pois perseveram em oração e amor incondicional  pelos seus filhos e família.

 

Assim, minha amada irmã, quero parabenizá-la do fundo do meu coração, agradecendo a Deus por cada uma de vocês que um dia, aceitaram este desafio de trilhar uma caminhada ao lado de alguém, enviado por Deus, e dedicar todo o seu amor e vida para torná-lo um ser humano melhor à imagem do Filho de Deus.

 

Mais uma vez... Parabéns,

 

Que Deus muito as abençoe.

 

Pr Ricardo Bitun

Família Manaim