Nossos Princípios e Valores

Igreja - Expressão da Graça de Deus

A Igreja é a comunidade dos que vivem da fé de que Jesus é o Cristo – O Filho do Deus Vivo.

Instrumento de revelação da Vontade de Deus ao mundo fundamentada na Palavra de Cristo, e habilitada pelo poder do Espírito Santo para manifestar Seu amor, graça, glória, paz, vontade e justiça.

 

Atua na área apostólica, profética, evangelística, pastoral e de ensino, junto ao indivíduo nas suas relações como trabalhador, na família e na sociedade, conduzindo-o na manifestação das virtudes do Reino de Deus.

 

É a Família de Deus, a Sua Casa Espiritual, a Noiva de Cristo, a Geração Eleita, o Sacerdócio Real, a Nação Santa, o Povo Adquirido, o Monte Sião, a Cidade do Deus Vivo, a Universal Assembléia, a Jerusalém Celestial.

 

O Cabeça da Igreja é Cristo, Quem opera tudo em todos. A Igreja é o Seu complemento e extensão na terra para manifestação da Sua glória na criação. Não há ação paralela ou proposta alternativa, que possa ocupar o lugar concedido exclusivamente à Igreja como Corpo Vivo de Cristo.

 

É Forte pela consistência e qualidade de seus vínculos e compromissos, e não pela capacidade de exercer controle, governo e dominação. Como lugar de Liberdade, é apta para influenciar através de um modelo de princípios e fundamentos, mais do que de estilos e métodos, desde que não apresentem prejuízo da integridade do caráter da família.

Frutificação para a Glória de Deus

É o princípio da multiplicação segundo a identidade, estabelecido quando Deus disse que as árvores só podem dar fruto segundo a sua espécie.

 

Só há plena frutificação onde há uma genuína convicção da Identidade. O que fazemos deve ser uma manifestação do que somos – uma expressão viva do que Deus é em nós.

 

Deus nos abençoou com uma identidade frutífera – qualidade, e por isso ordena que nos multipliquemos – quantidade.

 

A Terra se encherá da glória de Deus pela manifestação e multiplicação dos seus filhos e filhas.

Santificação pela Palavra e Oração

A Palavra de Deus é o que fundamenta a Identidade e Natureza da Igreja, e a Oração é a expressão ativa de sua função intercessora. Estes são os elementos usados pelo Espírito Santo para transmitir o Caráter de Cristo ao homem, salvando-o da sua velha natureza, e transformando-o pela renovação do seu entendimento, afim de que possa experimentar a Vontade de Deus. A Igreja, como Corpo Vivo de Cristo, tem a função de exercer o Sacerdócio, sendo o Ministério da Palavra e da Oração as duas vias deste Sacerdócio.

Testemunho em Boas Obras

Boa obra é todo trabalho gerado pela certeza de que todas as nossas necessidades já foram supridas em Cristo Jesus – o dom de Deus, e que, agora, temos o privilégio de repartir esse dom.

 

É toda atividade coordenada, de caráter físico, intelectual e/ou espiritual, que tem como propósito manifestar as virtudes de Deus, em todas as áreas da vida:

 

Família – Igreja – Comunidade – Amigos – Profissão – Escola – Lazer – Sociedade.

Base de Vida

É a natureza do Corpo de Cristo, que tem muitos membros, mas uma só Mente, a mente de Cristo, o Cabeça, e um só Espírito, o Espírito Santo.

É a Casa que tem muitas moradas, mas uma só mesa, ao redor da qual todos os filhos se assentam e são supridos pelo Pai.

 

Como modelo e figura a Igreja é:

 

  • Uma só Família – a Família de Deus;
  • Um só Povo – exercitado na Palavra, Comunhão e Oração;
  • Uma só Nação – em que a lei, a ordem e a constituição é o Amor;
  • Sião – o lugar onde Deus ordena a benção e a vida.

 

Uma igreja bem fundamentada, consistente e sólida, mas com mobilidade, pois os vínculos que unem as partes são inquebráveis, combinando, assim, Estabilidade com Flexibilidade.

 

Unidade é o desafio no qual devemos nos empenhar. Sem Unidade não há expressão plena do que é a vida da Igreja.

 

No esforço pela preservação da Unidade, a orientação é que em caso de receber alguém por transferência, isto deve ser feito com pleno entendimento entre as partes legitimamente envolvidas.

Equidade

É o princípio pelo qual o Verbo se fez Carne.

 

Não podemos crer segundo aquilo que vemos, mas podemos ver segundo aquilo que cremos. O desafio da nossa fé é materializar em atitudes e substância, o amor que confessamos a Deus e ao próximo:

 

  • No Socorro ao Necessitado;
  • Na Defesa do Injustiçado;
  • Na Preservação da Liberdade;
  • No Cuidado com a Natureza.

 

O amor que declaramos pode ser medido materialmente pela quantidade de:

 

  • filhos que geramos e bocas que alimentamos;
  • abraços, beijos, sorrisos e carícias que trocamos;
  • elogios e gestos de encorajamento que compartilhamos;
  • recursos e ofertas, de tempo e bens, que repartimos.

Base Funcional

A essência da Igreja é o relacionamento, e o Amor a sua maturidade.

A Igreja é lugar do compromisso individual para o benefício coletivo.

 

A Identidade da Igreja é revelada através de modelos relacionais, tais como: Noiva, Corpo, Filhos, Amigos ou Família de Deus.

 

A devoção isolada, individualista, que não reconhece as pessoas a sua volta é engano. Qualquer tentativa de serviço a Deus, que não signifique serviço às pessoas, é falsa.

 

Lavando os pés dos Seus discípulos Jesus tratou com eles a respeito de identidade e ligação ministerial. Deixou o modelo do que serviço a Deus é, antes de tudo, serviço àqueles a quem Ele ama, numa base relacional.

 

A identidade do membro do corpo a partir daquele momento é:

 

“Lavar os pés uns dos outros.”

Governo

Gênesis 2 – “Não é bom que o homem seja só.”

 

Provérbios 15 – “Onde não há conselho os projetos são frustrados, mas com a multidão dos conselheiros eles são estabelecidos.”

 

Provérbios 18 – “O que vive isolado busca seu próprio desejo, insurge-se contra a verdadeira sabedoria.”

 

Eclesiastes 4 – “É melhor serem dois do que um.”

 

Mateus 18 – “Se dois concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus.”

 

II Coríntios 13 – “Por boca de duas ou três testemunhas toda palavra é estabelecida.”

 

Efésios 1 – “Conforme o propósito d’Aquele que faz todas as coisas, segundo o exclusivo conselho da Sua vontade.”

 

Um conselho difere de uma diretoria, porque o conselheiro é alguém que, no exercício da sua função, representa uma visão perante um grupo de pessoas, além de ser apto a cumprir uma determinada tarefa.

 

No conselho, as relações interpessoais são tão importantes, ou mais, do que os resultados alcançados. Na sua formação busca-se a maior diversidade de características possível entre os conselheiros, para melhor eficácia e flexibilidade no exercício das suas funções.

 

O conselho pode ser diverso nas posições, mas unânime na disposição, lembrando-se de que o único limite para a Liberdade é o Respeito gerado por um Amor sincero.

 

O conselho deve ser caracterizado pela regularidade de sua agenda relacional e administrativa; sempre num ambiente de profunda fundamentação bíblica e oração, esforçando-se pela preservação de um espírito cordial e honrado.

Conselho Pastoral

Veja quem são os homens e mulheres que servem a Cristo Jesus e dão direção a nossa igreja.

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